O ano de 2025 marca uma expansão significativa no setor de motos. Em setembro, por exemplo, foram emplacadas 205.862 unidades, alta de 11% sobre agosto e 31,45% ante setembro de 2024.
A Honda CG 160 continua imbatível como a moto mais vendida no Brasil até outubro de 2025, consolidando a hegemonia da Honda no mercado de motocicletas. O segmento registra números impressionantes, com emplacamentos que apontam para um ano recorde, impulsionado por modelos de baixa cilindrada.
O mercado de motos no Brasil demonstra robustez, com a Honda dominando as vendas acumuladas. Dados da Fenabrave revelam que as 10 motos mais vendidas até outubro refletem a preferência por veículos acessíveis e práticos para o dia a dia, especialmente em centros urbanos e regiões periféricas. A liderança da Honda é evidente, com vários modelos nas primeiras posições, enquanto concorrentes como Yamaha e Mottu disputam as colocações seguintes.
Ranking Completo das Líderes de Vendas
Confira a lista das 10 motos mais vendidas do Brasil até outubro de 2025, com números exatos de emplacamentos:
- Honda CG 160: primeira colocação absoluta, símbolo de confiabilidade e economia.
- Honda Biz: vice-líder, popular por seu design compacto e câmbio semi-automático.
- Honda Pop 110i: terceira posição, com motor de 110cc e apelo para iniciantes.
- Honda NXR 160 Bros: trail versátil, ideal para uso misto urbano e off-road.
- Mottu Sport 110i: representante de locadora que ganha espaço no ranking.
- Honda CB 300F Twister: naked de média cilindrada, atrativa para quem busca mais potência.
- Yamaha Factor 150 (ou YBR 150): entrada da Yamaha, com bom custo-benefício.
- Honda PCX 160: scooter urbana, destacando conforto e tecnologia.
- Honda XRE 300: adventure acessível, versátil para estradas.
- Yamaha Fazer 250: fecha o top 10 com esportividade moderada.
Esses modelos representam cerca de 90% das motos de baixa potência (até 160cc) vendidas no período, confirmando a tendência de consumo por veículos econômicos e de fácil manutenção. A Honda detém a maior fatia do mercado, com participação superior a 66% em meses recentes, como setembro, quando emplacou mais de 1 milhão de unidades acumuladas.











