Bacias, usinas de tratamento, ampliação de estações e outras obras estão sendo realizadas para dar conta da demanda do saneamento básico em João Pessoa.
O presidente da Cagepa, Marcus Vinícius, em entrevista ao programa Arapuan Verdade, nesta terça-feira (27), ao ser questionado sobre as notificações cobrando ação do órgão para solucionar despejo irregular de esgoto em galerias pluviais que chegam até a orla de João Pessoa, destacou que a situação é complexa e, que, mesmo com a atuação da Cagepa, os serviços clandestinos se tornam “desafiadores”.
“É uma complexidade que a gente precisa entender, precisamos rever a legislação. Como se dá alvarás e habits a grandes estabelecimentos, sem cobrar o projeto da caixa de gordura com o responsável pelo calculo. A gente foi no Mercado da Torre, ao lado do Mercado, a quantidade de gordura que tem é inacreditável. É a Prefeitura que tem que analisar isso. É um tema complexo. E é um item obrigatório que está em norma. Muitas vezes essas ligações são feitas de forma inadequada, clandestina”, analisou o gestor como acompanhou o ClickPB.
Marcus ainda rebateu criticas sobre possível falha na condução desses casos. De forma técnica, ele revelou que o saneamento de João Pessoa está tendo o acompanhamento de um dos melhores especialistas do Brasil.
“Nós temos o projeto detalhado por Dr. George Cunha, que já projetou vários sistemas em todo o Brasil. Ele projetou a universalização do saneamento em João Pessoa, inclusive essa usina Usina II que nós estamos fazendo, junto com a ampliação da estação de tratamento no Roger, que prevê uma terceira bacia para a zona Sul de João Pessoa e o quarto molde de Mangabeira que está pronto para ser usado pelo Polo Turísticos e demais Mangabeiras. O sistema de coleta é adequando a demanda que temos hoje e futuramente”, destacou.
Ainda segundo ele, devido ao acelerado crescimento da Capital paraibana, todo esse sistema vai precisar de ampliação e melhoramento ao longo dos anos.










